quadro da cubana Dolores Soldevilla, madeira policrada em emulsão de caseína.

A dicotomia brasileira entre concretismo e neoconcretismo leva a pesquisa visual ao diálogo entre o racionalismo puro e sua subversão, a partir da incorporação do sujeito na equação artística.

O grupo ruptura, criado em São Paulo, em 1952, junto com seu radical manifesto, concentra as aspirações do movimento concreto nas pesquisas geométricas e no uso de materiais industriais.

É a arte em sintonia com a utopia industrial e desenvolvimentista que toma conta do contexto brasileiro.
De modo paralelo a essas experimentações, em Cuba, o grupo Diez Pintores Concretos aglutina os artistas que apostam no rigor concreto.

Local: Rua Primeiro de Março, 66 gratuito, às terças é fechado, abre a partir das 9h.

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